CICB busca parcerias para reforçar resultados da Lei do Couro

CICB busca parcerias para reforçar resultados da Lei do Couro

15/02/2021

O couro é frequentemente prejudicado por empresas que usam a sua reputação para vender artigos feitos em materiais diversos. O uso de expressões como "couro sintético" não só é ilegal, como traz prejuízos à indústria e também ao consumidor. Um projeto do CICB busca corrigir esse problema, multiplicando diálogo e conhecimento sobre a Lei 4.888/65 (que afirma que a palavra couro só pode ser usada para designar pele animal) e acompanhamento de infrações e correções.

O projeto será realizado com a participação de parceiros de todo o setor, mobilizando curtumes, a indústria de máquinas e químicos e clientes que usam couro, por meio de adesão com anuidade. A ideia é ampliar a atuação online, com uma equipe 100% dedicada a monitorar o e-commerce, sites jornalísticos e publicações de influenciadores para identificar possíveis infrações, abrindo uma conversa sobre o couro, sua identificação e atributos.

Esforços similares do CICB no passado tiveram resultados surpreendentes, mas que precisam ser retomados e ampliados. "Também estamos em um momento muito especial para o couro, em que o mundo viu a importância da valorização de materiais sustentáveis e duráveis. Daqui para frente, o couro tem todas as ferramentas para ganhar o reconhecimento em definitivo do público, só precisa da diferenciação exata e adequada sobre os materiais alternativos", explica José Fernando Bello, presidente executivo do CICB.

Para aderir ao projeto, entre em contato pelo telefone/whatsapp: +55 51 98208-9932 ou contato@cicb.org.br.

 

Alguns números dos esforços pela Lei do Couro desde 2013:

- Envio de mais de 50 mil notificações para correções de anúncios de e-commerce, reportagens ou comentários

- Realizadas 30 mil visitas a shoppings, lojas de varejo de rua, feiras e escritórios de grandes empresas